A gestão pública aliada à Ciência: CEPAV-Saúde Única e Prefeitura de Rio Verde unem forças pela saúde da região.

Fonte: Arquivo pessoal - Ricardo Lemes

A ciência e o serviço público acabam de dar um passo importante em Rio Verde! Recentemente, a equipe local do CEPAV – Saúde Única, base de pesquisas conjunta do IF Goiano e IOC-Fiocruz, se reuniu com a Direção de Vigilância em Saúde e a Coordenação de Vigilância Epidemiológica do município para traçar estratégias que focam no cuidado com a saúde única de nossa comunidade.

O que essa parceria significa na prática?

O objetivo principal desse encontro foi entender as necessidades reais da nossa cidade e planejar ações conjuntas entre os docentes do IF Goiano e as equipes da secretaria municipal de saúde.

Confira os principais pontos acordados:

Combate a vetores baseado em tecnologia da informação e ciência: Buscar formas mais eficientes de controlar a circulação de “vetores”

Integração de Equipes com a construção de um plano de trabalho conjunto onde os profissionais da prefeitura e os pesquisadores do IF Goiano trabalharão lado a lado.

Educação e Capacitação continuada com a implementação de cursos de formação complementar para nossos agentes comunitários e epidemiológicos, garantindo que quem cuida da nossa saúde esteja sempre atualizado com as melhores práticas.

Rumo à “Saúde Única”! A reunião foi extremamente produtiva e servirá de alicerce para algo maior: a implementação das políticas de Saúde Única em Rio Verde e região.

Você sabia? O conceito de Saúde Única reconhece que a saúde humana, a saúde animal e a saúde do meio ambiente estão interconectadas. Quando cuidamos de uma, estamos protegendo todas as outras.

Com essa integração, transformamos o conhecimento científico em benefícios reais para o dia a dia de cada cidadão. Fique ligado para conferir os próximos passos desse projeto!

Compartilhe este post:

Confira nossas últimas notícias

10 Anos de Descobertas: O PPGBio em Festa!

Nesta edição, celebramos uma década de estudos sobre a nossa biodiversidade. Venha ver como o PPGBio

A vida também pede pausas.

É muito bom quando conseguimos dar conta de tudo. Mas e quando seu corpo te força

A Rainha da Mata: Conheça a Onça-Pintada!

Material educativo sobre a onça-pintada: o maior felino selvagem das Américas que nada muito bem e

Login

Sebastião Filho Furquim Vilas Boas

Biólogo

Biólogo e professor apaixonado pelo ensino. Colabora com projetos do laboratório DIVERTE, onde atua com diagramação de textos, criação de jornais e experimentações com IAs para gerar ilustrações criativas.

Marcos Paulo Filemon

Biólogo

Licenciado em Ciências Biológicas, colabora com projetos do laboratório DIVERTE, onde atua com criação e impressão de modelos 3D de vetores e reservatórios de zoonoses.

Mariana de Paula Torres

Bióloga

Bióloga, mestra em Zoologia, com interesse em ilustração científica e divulgação da diversidade de vertebrados. Atualmente, faz MBA em Marketing, a fim de encontrar novos meios de integrar ciência com estratégias criativas.

Gabrielle Rufatto Cunha

Orientanda

Estudante do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IF Goiano/Campus Rio Verde. Realiza seu projeto de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) com a invisibilidade da doença de Chagas no ambiente escolar e na sociedade como um todo.

Mari Maggie de Jesus Ishii

Orientanda

Estudante do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IF Goiano/Campus Rio Verde. Realiza seu projeto de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) com a invisibilidade da doença de Chagas no ambiente escolar e na sociedade como um todo.

Ana Carolina Gomes

Estudante

Estudante do Curso de Bacharelado em Ciências Biológicas do IF Goiano/Campus Rio Verde. Atua como monitora do DiVERTE, dando suporte às ações dos projetos do laboratório.

Isabel Marques

Orientanda

Sou mineira, moro em Rio Verde (GO), apaixonada pelo mar e curso o Bacharelado em Ciências Biológicas no IF Goiano – Campus Rio Verde. Sou bolsista e desenvolvo um projeto de ensino que usa a baleia-franca austral para falar com crianças sobre como o Cerrado e os oceanos estão conectados e porque precisamos cuidar dos dois.

Julia Maria Souza

Orientanda

Estudante do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IF Goiano/Campus Rio Verde. É bolsista em um projeto de ensino sobre textos de divulgação científica em revistas e seu uso para a produção de textos em escolas.

Rogério Alves Ferreira

Orientando

Farmacêutico, mestrando do PPGBio, com um projeto sobre os fatores socioambientais relacionados à ocorrência de vetores da Doença de Chagas em Rio Verde/GO.

Gislaine Leão Parreira

Orientanda

Enfermeira, mestranda do PPGBio, com um projeto sobre os fatores socioambientais relacionados à ocorrência de roedores sinantrópicos e casos de leptospirose em Rio Verde/GO.

Mirelly de Medeiros Correa

Orientanda

Licenciada em Ciências Biológicas, adoradora de gatos, livros, séries e filmes. Meu projeto de mestrado no PPGBio envolve plataformas digitais de ciência cidadã e mamíferos brasileiros, como se relacionam e como a CC pode ajudar na conservação da mastofauna.

João Pedro Alves da Silva

Orientando

Licenciado em Ciências Biológicas, mestrando do PPGBio, com um projeto sobre o padrão de ocorrência e atividade diária dos porcos do mato, catetos, na região de Rio Verde/GO.

Fernanda Silva Bonfim Sinaei

Co-orientanda

Bióloga, mestre em Biologia e doutoranda em Biociências e Saúde pela Fiocruz. Atua com pesquisa científica, educação, arte e temas relacionados à saúde e aos processos biológicos. O projeto de doutorado visa promover educação em saúde e reduzir a invisibilidade da doença de Chagas em Posse-GO, por meio de ações educativas em escolas e espaços comunitários, através do jornal “A Voz do Saruê” e oficinas de CienciArte.

Fernanda Silva Bonfim Sinaei

Co-orientanda

Bióloga, mestre em Biologia e doutoranda em Biociências e Saúde pela Fiocruz. Atua com pesquisa científica, educação, arte e temas relacionados à saúde e aos processos biológicos. O projeto de doutorado visa promover educação em saúde e reduzir a invisibilidade da doença de Chagas em Posse-GO, por meio de ações educativas em escolas e espaços comunitários, através do jornal “A Voz do Saruê” e oficinas de CienciArte.