Lutando contra a invisibilidade da Doença de Chagas!

Apresentação - Fonte: Arquivo pessoal de Mari Maggie e Rogério Ferreira

Você sabia que o dia 14 de abril é o Dia Mundial da Doença de Chagas? Você conhece essa doença ou alguém afetado por ela? Se a sua resposta foi não, saiba que você não está sozinho! Embora uma fração considerável da população brasileira tenha tido contato com o barbeiro e o Trypanosoma cruzi, causador da Doença de Chagas, fala-se muito pouco sobre a Doença.

Buscando combater a invisibilidade e discutir opções de diagnóstico, tratamento e prevenção, no inicio de abril de 2026, foi realizado um evento na UFG, em Goiânia, que contou com participantes do IF Goiano/Campus Rio Verde. A estudante de Licenciatura em Ciências Biológicas, Mari Maggie e o mestrando do PPGBio e servidor da secretaria municipal de saíde de Rio Verde, Rogério Ferreira, apresentaram trabalhos no evento. Eles foram os representantes do Lab. Diverte e do CEPAV-Saúde Única no evento.

A Mari participou da sessão de apresentações orais com o trabalho “A Ciência que se conta: contos literários na divulgação da Doença de Chagas” em que relatou a experiência de escrever um livro durante o seu trabalho de conclusão de curso. Ao final do evento, foi premiada como o terceiro melhor trabalho nesta categoria. Já o Rogério apresentou a análise dos dados coletados pela Vigilância Entomológica de Rio Verde no poster “Análise da distribuição espacial de Triatomíneos no município de Rio Verde, Goiás”. O trabalho teve como coautor uma das referências no estudos dos vetores em Doença de Chagas no Brasil, o Dr Cleber Galvão (IOC-Fiocruz).

Parabéns, Mari e Rogério! E obrigado por contribuírem para reduzir a invisibilidade da Doença de Chagas em Goiás e no Brasil.

Quer saber mais sobre a Doença de Chagas? Quer compartilhar um relato, contribuir para os estudos? Sinta-se a vontade para nos procurar. Acompanhe nosso blog e siga conosco Ao Infinito e Além

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Biólogo e professor apaixonado pelo ensino. Colabora com projetos do laboratório DIVERTE, onde atua com diagramação de textos, criação de jornais e experimentações com IAs para gerar ilustrações criativas.

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Gabrielle Rufatto Cunha

Orientanda

Estudante do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IF Goiano/Campus Rio Verde. Realiza seu projeto de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) com a invisibilidade da doença de Chagas no ambiente escolar e na sociedade como um todo.

Mari Maggie de Jesus Ishii

Orientanda

Estudante do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IF Goiano/Campus Rio Verde. Realiza seu projeto de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) com a invisibilidade da doença de Chagas no ambiente escolar e na sociedade como um todo.

Ana Carolina Gomes

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Estudante do Curso de Bacharelado em Ciências Biológicas do IF Goiano/Campus Rio Verde. Atua como monitora do DiVERTE, dando suporte às ações dos projetos do laboratório.

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Julia Maria Souza

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Estudante do Curso de Licenciatura em Ciências Biológicas do IF Goiano/Campus Rio Verde. É bolsista em um projeto de ensino sobre textos de divulgação científica em revistas e seu uso para a produção de textos em escolas.

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Farmacêutico, mestrando do PPGBio, com um projeto sobre os fatores socioambientais relacionados à ocorrência de vetores da Doença de Chagas em Rio Verde/GO.

Gislaine Leão Parreira

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Enfermeira, mestranda do PPGBio, com um projeto sobre os fatores socioambientais relacionados à ocorrência de roedores sinantrópicos e casos de leptospirose em Rio Verde/GO.

Mirelly de Medeiros Correa

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Licenciada em Ciências Biológicas, adoradora de gatos, livros, séries e filmes. Meu projeto de mestrado no PPGBio envolve plataformas digitais de ciência cidadã e mamíferos brasileiros, como se relacionam e como a CC pode ajudar na conservação da mastofauna.

João Pedro Alves da Silva

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Licenciado em Ciências Biológicas, mestrando do PPGBio, com um projeto sobre o padrão de ocorrência e atividade diária dos porcos do mato, catetos, na região de Rio Verde/GO.

Fernanda Silva Bonfim Sinaei

Co-orientanda

Bióloga, mestre em Biologia e doutoranda em Biociências e Saúde pela Fiocruz. Atua com pesquisa científica, educação, arte e temas relacionados à saúde e aos processos biológicos. O projeto de doutorado visa promover educação em saúde e reduzir a invisibilidade da doença de Chagas em Posse-GO, por meio de ações educativas em escolas e espaços comunitários, através do jornal “A Voz do Saruê” e oficinas de CienciArte.

Fernanda Silva Bonfim Sinaei

Co-orientanda

Bióloga, mestre em Biologia e doutoranda em Biociências e Saúde pela Fiocruz. Atua com pesquisa científica, educação, arte e temas relacionados à saúde e aos processos biológicos. O projeto de doutorado visa promover educação em saúde e reduzir a invisibilidade da doença de Chagas em Posse-GO, por meio de ações educativas em escolas e espaços comunitários, através do jornal “A Voz do Saruê” e oficinas de CienciArte.